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 The Fragile - A Crônica da Auto-Destruição

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Ghost

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MensagemAssunto: The Fragile - A Crônica da Auto-Destruição   Ter Jun 09 2009, 16:35

Encontrei esta dissertação sobre o albúm The Fragile: Nine Inch Nails - A crónica da autodestruição, por Martim Vasques da Cunha.

Citação :
(...)
Em setembro de 1999, Reznor lançava "The Fragile", um disco duplo que contava a história de um relacionamento que não terminava muito bem. De novo, Reznor mexia em seus temas favoritos: obsessão, niilismo e auto-destruição. No entanto, desta vez ele adicionava um novo tema que o tornava um parente muito próximo do poeta francês Charles Baudelaire: a procura desesperada pela transcendência. Esta procura era causada pela decadência do mundo que o rodeava - claramente simbolizada pela palavra "spleen" (tédio) - e pela desilusão da imagem do ser amado. Se em "The Downward Spiral", Reznor falava sobre uma única pessoa que se auto destruía, agora em "The Fragile", a história girava em torno de duas pessoas que queriam acabar um com o outro, através da vingança e da falta de sentido para a vida. Mas, como veremos, Reznor faz que as coisas não sejam tão simples assim.
(...)
Ele retrata o albúm como sendo uma continuação do TDS, o que eu concordo plenamente, mas ,pessoalmente, não acho que seja um albúm conceptual como o DTS.

continua aqui: http://oindividuo.com/convidado/martim19.htm

Na análise das músicas, concordo com quase tudo que O Indivíduo diz, mas não gosto do tom com que ele fala de outras bandas e músicos, nem das traduções das letras que mais parecem saidas do tradutor do altavista, e acho que a interpretação da Starfuckers, Inc. é um momento cómico neste artigo...
Citação :
(...)"Starfuckers, Inc.". "I play a new game, It´s called insincerity" (Eu jogo um novo jogo, ele se chama insinceridade), anuncia o narrador que agora faz parte do "clube dos mais bonitos e dos escolhidos", as "estrelas fodedoras, incorporações" do título. O sarcasmo e a ironia nesta canção são evidentes, e apesar de se integrar perfeitamente à concepção do álbum, Reznor também satiriza o seu discípulo bastardo, o tal do jornalista chamado Marilyn Manson, homenageando-o com uma citação de Carly Simon ("You´re so vain, did you think this song is about you?",Você é tão vaidoso, achava que essa canção era sobre você?) e terminando a música com um sampler muito mal feito de um show do Kiss, sujando de propósito a bateria com os urros de uma platéia que parece parabenizar o que o narrador fez com a mulher (a saber, ou pelo menos é o que Reznor dá a entender com a frase "And when I suck you off not a drop I´ll go to waste" [E quando eu te chupo não vou perder sequer um pingo], ele pratica um sexo oral um tanto quanto forçado).
(...)
A cena do MM ainda é aceitável, mas o resto... facepalm até sai do contexo do resto da própria análise dO Indivíduo!
Espero que gostem!
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Ghost

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MensagemAssunto: Re: The Fragile - A Crônica da Auto-Destruição   Ter Jun 09 2009, 16:36

No ninwiki.com :
Citação :
Reznor described The Fragile in a 1999 interview:

"There's a general theme to the album of systems failing and things sort of falling apart. In keeping with the idea of making everything sound a little broken, I chose stringed instruments because they're imperfect by nature. Although it may not sound like it, most of the album is actually guitar - and that includes the orchestral sounds and weird melodic lines. When it came to instruments that I didn't really know how to play - like the ukulele or the slide guitar - we were able to get some really interesting sounds by making the studio the main instrument."

In terms of narrative, the album is an unofficial continuation of The Downward Spiral. Reznor compares the lyrical content of the two albums:

"I wanted this album to sound like there was something inherently flawed in the situation, like someone struggling to put the pieces together. Downward Spiral was about peeling off layers and arriving at a naked, ugly end. This album starts at the end, then attempts to create order from chaos, but never reaches the goal. It’s probably a bleaker album because it arrives back where it starts—(with) the same emotion.” The album begins “Somewhat Damaged” and ends “Ripe (With Decay)

Citação :
"As a fan, I want to listen to an album, not just singles," says Reznor. "I want something that I can sink my teeth into, something that I can listen to a million times, trying to get more out of it with each spin. That’s the record I tried to make here. This is The Fragile."
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